
O Estado poupa aqui dinheiro, mas vai gastar mais recursos financeiros ao comparticipar a interrupção voluntária da gravidez nos Hospitais Públicos. A dúvida que suscita aos portugueses, é saber se não será uma medida para aumentar a taxa de natalidade, sendo certo que depois não vai haver abono de família para ninguém, pois o Estado continua a cortar nas prestações sociais.
Não faria sentido o Estado comparticipar o Viagra?
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