quinta-feira, 31 de julho de 2008

Para rir...

Excesso de carga Aqui é que está uma açorda!...

A politica que temos

Deputados deram mais de 1500 faltas
Os 230 deputados da Assembleia da República deram mais de 1500 faltas nas 109 reuniões plenárias da terceira sessão legislativa, das quais só 10 foram injustificadas. Manuel Alegre, PS, e Carlos Gonçalves, PSD, são os recordistas, com 39 faltas.
Todas as faltas do ex-candidato presidencial socialista foram justificadas, a maioria por doença. O social-democrata Carlos Gonçalves, eleito pelo círculo da emigração, deu duas faltas injustificadas e 37 justificadas, todas elas com o mesmo motivo: trabalho político.
Os deputados do PSD foram os mais faltosos, com 675 faltas, uma média de nove faltas por deputado e de seis faltas por sessão. Logo a seguir, a bancada socialista registou 593 faltas, uma média de cinco por deputado e por sessão.
Seis deputados foram obrigados a descontar parte do ordenado masnenhum perdeu o mandato - o que acontece com mais do que quatro faltas injustificadas. Entre os que perderam parte do ordenado destaca-se o ex-líder parlamentar do PSD Luís Marques Guedes, que teve três faltas injustificadas.
Trabalho político e doença foram os principais motivos invocados para justificar faltas, 959 e 334 respectivamente.
Houve vinte e três deputados nunca faltaram nos dez meses da sessão legislativa: 15 são do PS, quatro do PSD, dois do CDS-PP, um do PCP e outro do PEV.
In JN

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Horror - Palestina

Execução de militantes do Fatah por militantes do Hamas.
A que ponto animalesco pode chegar o bicho-homem...
Sem Deus, até onde a humanidade chega ...
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terça-feira, 29 de julho de 2008

Será possível?...

Gestores públicos receberam 27 milhões ANA SUSPIRO
EMPRESAS DO ESTADO.
Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%. As Finanças dizem que os dados de 2006 e 2007 não são comparáveis, mas admitem que o número de gestores subiu com os administradores não executivos cada gestão custou 349 mil euros em 2007.
As administrações das empresas públicas receberam um total de 26,8 milhões de euros no ano passado. Esta soma compreende um universo de 77 empresas que representam cerca de 90% da carteira de participações relevantes do Estado.
Este montante significa um valor médio por cada administração (pode ter entre três e onze elementos) de 349 mil euros, de acordo com o documento sobre o bom governo das sociedades que acompanha o relatório sobre o sector empresarial do Estado, divulgado na semana passada.
O valor médio das remunerações desce para os 323 mil euros por ano, quando excluímos a Caixa Geral de Depósitos, entidade onde o accionista Estado mais paga.O documento mostra que para além das remunerações base e complementares, os gestores públicos beneficiaram de 4,5 milhões de euros outras regalias e compensações, tendo sido assumidos custos de 2,8 milhões de euros em benefícios sociais. Se essas parcelas forem adicionais às remunerações, o que não é claro no documento, os gestores receberam então 34 milhões de euros em 2007.
Os custos com a remuneração base da gestão das empresas públicas revelam uma subida da ordem dos 30% em relação aos encargos pagos aos conselhos de administração de 78 empresas públicas em 2006. O relatório sobre o sector empresarial do Estado de 2007 [relativo a 2006] revela que as administrações receberam 20,3 milhões de euros, incluindo remuneração base, outras regalias e compensações e encargos com benefícios sociais. Não obstante, o valor médio pago por empresa era mais alto em 2006, cerca de 398 mil euros, de acordo com o relatório.
Questionado sobre o aumento dos encargos globais com as administrações de empresas públicas, fonte oficial do Ministério das Finanças esclarece que os dois números não são directamente comparáveis.
É que o levantamento do ano passado, e relativo ao 2006, foi feito com base em informação das próprias empresas e não incluíam a totalidade da carteira do Estado. Os dados de 2007 têm um âmbito mais alargado.
Além disso, os dados de 2006 só revelam a remuneração base e por isso também não são comparáveis, realçam as Finanças.Mais gestoresMas por outro lado, o Ministério das Finanças reconhece que as empresas do Estado tem agora mais administradores que no passado, embora sejam não executivos e com salários menos altos. "Em virtude da importante reforma do modelo do governo do Sector Empresarial do Estado (SEE) e em particular do reforço de função de fiscalização foram nomeados administradores não executivos".
Outra alteração importante na carteira do Estado que explica o aumento dos encargos com administrações é a transformação de hospitais que estavam no sector público administrativo em empresas públicas, o que naturalmente se traduziu na subida dos custos com a remuneração das administrações no sector empresarial do Estado. Em média, 84% das remunerações dos gestores públicos é paga pelas próprias empresas.
As empresas públicas pagaram ainda 1,486 milhões de euros aos órgãos de fiscalização das administrações, um valor médio global de 19305 euros por empresa.PREJUÍZO GLOBAL ASCENDEU A 373 MILHÕES EM 2007Gestão. O sector dos transportes públicos é a grande dor de cabeça do EstadoEntre a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e a Refer há uma diferença da ordem dos mil milhões de euros em resultados.
Enquanto o banco público apresentou um lucro recorde de 856 milhões de euros em 2007, a gestora da Rede Ferroviária Nacional registou prejuízos 223 milhões de euros.Apesar da melhoria de 14% ou de 129,6 milhões de euros anunciada pelo Executivo, no final da semana passada, nos resultados das empresas públicas, a verdade é que o saldo continua negativo.
Aliás o prejuízo global até aumentou quase três vezes para 373 milhões de euros, antes de interesses minoritários, o que é explicado pelo facto da Parpública ter registado lucros extraordinários em 2006 decorrentes das mais-valias com privatizações que não foram repetidos no ano passado.
O sector dos transportes continua a ser a grande dor de cabeça do accionista Estado.A somar aos prejuízos da Refer, as operadoras de transportes somaram 557,2 milhões de euros de resultados negativos, praticamente o mesmo nível do ano anterior. A CP é a que apresenta mais prejuízos, não obstante uma ligeira melhoria dos resultados também sentida na Carris e no Metropolitano de Lisboa.
A Metro do Porto foi a empresa que mais agravou os prejuízos. O sector dos transportes públicos é aliás um dos grandes responsáveis pelo aumento de endividamento que nas empresas não financeiras registou um crescimento de 2835 milhões de euros face a 2006.
Em matéria de dividendos, o Estado recebeu 556 milhões de euros no ano passado, relativos aos lucros apurados em 2006, o que representa um aumento de 4%. Por outro lado, o Estado reforçou o esforço financeiro que subiu 177 milhões de euros para 881 milhões no ano passado, sobretudo através de dotações de capital e de indemnizações compensatórias. A saúde foi uma das áreas mais beneficiadas, com um acréscimo do investimento de 150 milhões de euros.
In Diário de Notícias

Futebol

Apito final Boavista e Pinto da Costa: FPF confirma castigos ADALBERTO RAMOS
A Direcção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) confirmou ontem a despromoção do Boavista e o castigo de dois anos de suspensão a Pinto da Costa, depois de ter decidido adoptar o conteúdo do parecer jurídico do Professor Freitas do Amaral solicitado na sequência da polémica reunião do Conselho de Justiça (CJ) da FPF, no passado dia 4 deste mês, que decidiu, então, manter as penas aplicadas pela Comissão Disciplinar da Liga embora com a presença de apenas cinco conselheiros, depois de o presidente abandonar a sala, considerando não haver condições para prosseguir o encontro.
Em causa, a partir dessa data, ficaram dúvidas relativas à legalidade das decisões tomadas pelos cinco conselheiros na ausência do presidente (Gonçalves Pereira), o que levou não só este último a apresentar duas providências cautelares no Tribunal Administrativo de Lisboa (TAL), mas também o Boavista. Todas elas foram aceites.
Perante este imbróglio, o presidente da FPF, Gilberto Madail,decidiu encomendar a um especialista em Direito Administrativo, o Professor Freitas do Amaral, um parecer jurídico relativo aos factos ocorridos na reunião do CJ da FPF. Analisadas as 137 páginas do documento, a Direcção da FPF entendeu seguir as teses do catedrático, que considerou de validade jurídica as decisões saídas da polémica reunião: a descida do Boavista à II Divisão, por coacção sobre árbitros em três jogos do campeonato em 2003 e 2004, e suspensão de dois anos a Pinto da Costa, presidente do FC Porto, por tentativa de corrupção.
Em termos imediatos, os efeitos das medidas ontem aprovadas pela FPF, e que vieram a público através de um comunicado de seis pontos, traduzem-se na "declaração do interesse público", procedimento administrativo fundamental para, logo de seguida e junto do TAL, contestar as já referidas [três] providências cautelares e, então, fazer aplicar as sentenças da justiça desportiva acima referidas. Tal não impede, contudo, que o Boavista, embora obrigado a cumprir o castigo daquela última, prossiga a sua contestação na justiça cível.
As conclusões da reunião federativa
"Depois de analisar o resultado do processo de averiguações conduzido pelo Professor Freitas do Amaral aos factos ocorridos na reunião do Conselho de Justiça de 4 de Julho de 2008, a Direcção da Federação Portuguesa de Futebol decidiu, por unanimidade, o seguinte:
1 - Adoptar o parecer do Professor Doutor Diogo Freitas do Amaral;
2 - Contestar todas as providências cautelares existentes ou que venham a existir sobre este assunto;
3 - Proceder à respectiva declaração de interesse público;
4 - Solicitar ao Sr. Presidente da Assembleia Geral a marcação de uma Assembleia Geral Extraordinária para análise das consequências implícitas no parecer e que não são da responsabilidade da Direcção mas sim da Assembleia Geral;
5 - Homologar os Campeonatos Profissionais logo que seja notificada a declaração de interesse público a todos os interessados nos respectivos procedimentos;
6 - Homologar os Campeonatos Nacionais das II e III Divisões o mais rapidamente possível após a resolução dos casos pendentes no Conselho de Justiça".
IN Jornal o Jogo

Recortes - comunicação social

EM 2006 HOUVE 4157 CASOS DE FRAUDE NO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO Milhares a dar o golpe
Fiscalização apanhou um em cada seis agregados familiares a usufruir indevidamente da prestação social Texto ● Duarte Baião duarte.n.baião@24horas.com.pt
OEstado foi burlado por um em cada seis agregados familiares fiscalizados pela Segurança Social e beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). Os números são de 2006, e constam do relatório de 2007 do plano nacional de prevenção e combate à fraude e evasão contributivas e prestacionais, elaborado pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social – o último disponível. Há dois anos, foram efectuadas 24.176 acções de fiscalização a famílias que usufruíam do RSI/Rendimento Mínimo Garantido (RMG). Essas acções resultaram na detecção de 4157 casos de fraude e, consequentemente, na cessação e suspensão dos contratos com famílias que não seriam carenciadas. O facto de os beneficiários do RMG terem sido automaticamente incorporados no RSI, e de existirem mecanismos de inserção diferentes nos dois modelos, impede, segundo fonte ministerial contactada pelo 24horas, que existam números relativos ao ano de 2007. “A grande especificidade do RSI português consiste no facto de se tratar de um contrato individual, analisado caso a caso, Ou seja, nem a verba, nem o contrato, nem as cláusulas do mesmo são comuns a todos os beneficiários do RSI, pelo que não há um padrão de fraude”, disse a mesma fonte do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. No entanto, a quebra das principais condições de atribuiçãodo rendimento, como a alteração não declarada da condição sócio-económica, é considerada fraude e passível de suspensão. As acções de fiscalização são feitas por equipas do Instituto de Segurança Social (ISS). em 2008 O RSI abrange, segundo números de Junho do Instituto de Segurança Social, 120.943 famílias e um total de 334.865 pessoas. No primeiro semestre de 2008, o RSI custou ao Estado 206,7 milhões de euros. No mês passado, o valor médio de prestação por família era de 230,89 euros e de 87,10 euros por beneficiário. Instado pelo 24horas a esclarecer como é feita a fiscalização do RSI, o ISS respondeu: “A fiscalização do RSI acompanha o ritmo e intensidade da de outras prestações do sistema de Segurança Social. Os meios existentes são suficientes e os resultados obtidos nos últimos anos demonstram de forma inequívoca a eficácia das acções, em particular no RSI. Está prevista para 2008 a fiscalização a 30 mil famílias.”
29.07.2008 - In Correio da manhã

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Assalto em Celorico de Basto

Encapuzados assaltam Café em Gandarela

No dia 26 de Julho pelas 21.20 horas, dois indivíduos encapuzados assaltaram em Gandarela – Celorico de Basto um estabelecimento, denominado “Café Oliveira”, segundo apuramos dois indivíduos encapuzados e utilizando uma pistola 6,35 mm, aproximaram-se do proprietário e ameaçaram-no que caso não entrega-se todo dinheiro ali existente disparariam referida arma sobre o mesmo, meliantes acabaram por levar da caixa registadora cerca de 300,00 € em dinheiro e um telemóvel.

No acto do Roubo e com a atrapalhação os assaltantes que estariam muito nervosos, acabaram por disparar um tiro como sinal de intimidação que felizmente não atingiu ninguém, estando a essa hora o Café quase deserto de clientes, não sendo de estranhar portanto a escolha dos assaltantes que de certeza não foi feita ao acaso, mas ressalvam-se alguns pormenores dos acontecimentos por falta de informação.

Segundo se sabe os dois indivíduos vestiam calças de ganga, t-shirt branca e mediam cerca de 1,75 altura, depois de consumado o assalto entraram num Toyota Corola de cor azul que se encontrava no exterior à espera dos mesmos e conduzido por outro individuo que ficou no veiculo, colocando-se em seguida os três em fuga para direcção desconhecida até ao momento, as autoridades suspeitam que o carro utilizado no Roubo terá sido furtado na zona de Fafe no mesmo dia.

A Polícia Judiciária está a investigar este caso visto, tratar-se de um crime com ameaça de arma de fogo e com posterior disparo de uma munição, este tipo de assaltos violentos começam a ser reincidentes neste concelho, o que é preocupante para a população de Celorico de Basto, este tipo de criminalidade já não é exclusiva das grandes cidades, as pequenas povoações começam a ser alvo preferencial devido ao seu isolamento e insegurança.

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FM

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Clássicos da música

SUA MÚSICA
O ano que você nasceu GIRISSIMO
GIRISSIMO É SÓ MUSICA DE VARIAS ÉPOCAS E GOSTOS ...
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HOBBY

Rádio modelismo

Parecer - Freitas do Amaral

Parecer de Freitas do Amaral diz que decisões do CJ são válidas

Publicado: 2008-07-25 09:43:37 Actualizado: 2008-07-25 14:26:08
Por: Sandra Henriques

D.R. O parecer de Freitas do Amaral não tem carácter vinculativo


O parecer que Freitas do Amaral entregou à Federação Portuguesa de Futebol afirma que são válidas as decisões tomadas pelo Conselho de Justiça na polémica reunião de dia 4 de Julho e critica o comportamento de Gonçalves Pereira.

A Federação Portuguesa de Futebol já divulgou o parecer de Freitas do Amaral, o qual indica que são válidas as decisões que ordenam a descida de divisão do Boavista e a suspensão de Pinto da Costa por dois anos.

Desta forma devem ser consideradas correctas as decisões tomadas pelos cinco conselheiros que continuaram a reunião após a saída da sala do presidente do Conselho de Justiça, Gonçalves Pereira, e efeitos destas resoluções deverão ser considerados válidos.

Freitas do Amaral defende ainda a eleição de um novo CJ, o que só pode ser feito por iniciativa do presidente da Assembleia Geral, Mesquita Machado.

O comportamento de Gonçalves Pereira é também criticado pelo parecer do especialista em direito administrativo. O conteúdo do parecer não tem carácter vinculativo, o que significa que não tem efeitos imediatos na justiça civil nem na desportiva.
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Fonte: RTP

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Programa S. Tiago


Obras públicas - Celorico de Basto

Secretário de Estado anunciou ontem em Celorico de Basto a construção do Nó de Britelo

Escrito por Henrique Gomes (H.G)
22-Jul-2008




O secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, anunciou ontem em Celorico de Basto o lançamento de concurso para a construção do Nó de Britelo, na sede do concelho, que vai permitir uma nova ligação da Via do Tâmega à sede do concelho. Paulo Campos disse que esta obra, orçada em cerca de dois milhões de euros, vai honrar um compromisso antigo da administração central para com o Município de Celorico de Basto.

A nova estrada, com cerca de 700 metros de extensão, estará pronta em Setembro de 2009 e vai acabar com um dos pontos de maior sinistralidade no concelho. Já o presidente da Câmara celoricense, Albertino Mota e Silva, congratulou-se com a visita do governante, mas lembrou que a administração central tem um dívida com Celorico que ainda não foi saldada.

O autarca lembrou que os sucessivos governos andam a prometer a via do Tâmega desde 198, mas a obra ainda não está terminada. O autarca lembrou que continua a ser um martírio percorrer a EN entre Celorico e Arco de Baúlhe, situação que só terminará quando for concluída a variante do Tâmega ligando Celorico ao vizinho concelho de Cabeceiras de Basto.
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In notícias de basto

Notícias de Celorico de Basto

Celorico de Basto promove Jogos Populares no próximo dia 26 de Julho

Escrito por Henrique Gomes (H.G)
22-Jul-2008



Jogar à malha, ao lencinho, ao jogo do pau ensebado. Saltar à corda, participar em corrida de sacos, jogo da paulada ao cântaro, são alguns dos jogos populares que o Município de Celorico de Basto está a promover e que se realizam no dia 26 de Julho, no âmbito do 1.º Encontro de Jogos Populares inserido no programa das Festas do Concelho. O evento realiza-se no Parque Urbano do Freixieiro, garantindo assim a animação durante o dia 26. A participação nos jogos Populares destina-se a todos os que manifestem vontade em participar nesta actividade. Os jogos estão abertos à participação de toda a população, devendo as inscrições ser efectuadas na Câmara Municipal celoricense. As equipas devem ser constituídas no mínimo por 12 elementos e no máximo por 16. Deverão ser compostas por elementos masculinos e femininos, bem como possuir elementos de diferentes idades para a participação em actividades a eles reservadas. Cada equipa deverá ser constituída por um terço de elementos do sexo Feminino ou um terço do sexo Masculino, quatro elementos com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos e dois elementos com idade superior a 50 anos. Os jogos propostos adaptam-se às diferentes faixas etárias: Ao escalão Júnior destinam-se o Jogo do Garrafão, a Corrida de Perna Atada, o Rebenta Balões e o Lencinho. Para o escalão Sénior estão propostas as seguintes actividades: Sueca, Damas, Dominó e Sapo com Moedinha. As Actividades para a equipa em geral são, o Jogo da Malha, Tracção à Corda, Corrida de Sacos, Pau Ensebado, Paulada ao Cântaro, Corrida de Colher com ovo, Bacia Com Farinha, Bola na Parede, Corrida de Andas, Jogo do Carregador, Actividade Extra e Corrida de carrinhos Rolamentos. Destaque para esta corrida de carrinhos Rolamentos, cujo percurso está a ser definido pela organização, prevendo-se que o início da corrida seja no lugar de Venda-nova, Britelo e o término junto à Piscina Municipal. No decorrer dos jogos estará uma comissão que julgará todas as ocorrências verificadas ao longo dos jogos e que atribuirá a pontuação. Todas as equipas receberão um prémio de participação no valor de 100€. As que tiverem uma classificação correspondente ao 1º, 2º e 3º prémio receberão o valor monetário de 500€, 350€ e 200€, respectivamente.

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In: notícias de bastos