sábado, 1 de março de 2014

Fórum - Portugal!

Uma das características dos portugueses é a sua alma lusitana. 

Portugal é um país de conquistas e descobrimentos que marcaram a sua história e o mundo. Nos últimos tempos tem marcado a sua diferença no futebol, ciência e cultura que a todos muito nos orgulha.

Neste momento estamos a viver o fenómeno de emigração, especialmente para os países europeus; onde segundo dados recentemente divulgados, por dia emigram cerca 20 pessoas o que vai empobrecendo o país, com reflexos directos na diminuição da densidade populacional. 

A continuarmos a emigrar com este fluxo, só vão restar as pessoas mais velhas e reformados, com perda directa de recursos para o Estado português, porque anda a gastar dinheiro a formar alunos para trabalhar no estrangeiro.

No futuro próximo, quem vai fazer descontos para a Segurança Social para suportar a nossa reforma?

Tem orgulho de ser português?

Onde gostaria de ter nascido?

Portugal um país de brandos costumes!

Somos um país único no mundo!

Por mais sinais evidentes ou indícios que possam existir não há corruptos em Portugal, uma vez que grande parte dos processos morre na fase de inquérito, com fundamento que não há prova bastante para formular a acusação e levar os arguidos a julgamento.

Que pensarmos nos casos FP 25 de Abril, Camarate, Névoa do Braga Parques, BPN e mais recentemente o Submarinos, está tudo dito.

Por vezes chego a pensar que o caso Isaltino Morais, foi uma falha no ordenamento jurídico português, porque é uma excepção à regra instituída para a classe política!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O Cantor Fernando Tordo - Emigra para o Brasil

O escritor João Tordo, filho do músico Fernando Tordo, escreveu no seu blogue uma carta de despedida ao seu pai que, aos 65 anos, decidiu emigrar para o Brasil, onde vai em busca de novos desafios por estar descontente com Portugal. Pode ler aqui o texto na íntegra.

"Ontem, o meu pai foi-se embora. Não vem e já volta; emigrou para o Recife e deixou este país, onde nasceu e onde viveu durante 65 anos. A sua reforma seria, por cá, de duzentos e poucos euros, mais uma pequena reforma da Sociedade Portuguesa de Autores que tem servido, durante os últimos anos, para pagar o carro onde se deslocava por Lisboa e para os concertos que foi dando pelo país. Nesses concertos teve salas cheias, meio-cheias e, por vezes, quase vazias; fê-lo sempre (era o seu trabalho) com um sorriso nos lábios e boa disposição, ganhando à bilheteira. Ontem, quando me deitei, senti-me triste. E, ao mesmo tempo, senti-me feliz. Triste, porque o mais normal é que os filhos emigrem e não os pais (mas talvez Portugal tenha sido capaz, nos últimos anos, de conseguir baralhar essa tendência). Feliz, porque admiro-lhe a coragem de começar outra vez num país que quase desconhece (e onde quase o desconhecem), partindo animado pelas coisas novas que irá encontrar. Tudo isto são coisas pessoais que não interessam a ninguém, excepto à família do senhor Tordo. 

Acontece que o meu pai, quer se goste ou não da música que fez, foi uma figura conhecida desde muito novo e, portanto, a sua partida, que ele se limitou a anunciar no Facebook, onde mantinha contacto regular com os amigos e admiradores, acabou por se tornar mediática. E é essa a razão pela qual escrevo: porque, quase sem o querer, li alguns dos comentários à sua partida. Muita gente se despediu com palavras de encorajamento. Outros, contudo, mandaram-no para Cuba. Ou para a Coreia do Norte. Ou disseram que já devia ter emigrado há muito. Que só faz falta quem cá está. Chamam-lhe palavrões dos duros. Associam-no à política, de que se dissociou activamente há décadas (enquanto lá esteve contribuiu, à sua modesta maneira, com outros músicos, escritores, cineastas e artistas, para a libertação de um povo). E perguntaram o que iria fazer: limpar WC's e cozinhas? Usufruir da reforma dourada? Agarrar um "tacho" proporcionado pelos "amiguinhos"? Houve até um que, com ironia insuspeita, lhe pediu que "deixasse cá a reforma". Os duzentos e tal euros. Eu entendo o desamor. Sempre o entendi; é natural, ainda mais natural quando vivemos como vivemos e onde vivemos e com as dificuldades por que passamos. O que eu não entendo é o ódio. O meu pai, que é uma pessoa cheia de defeitos como todos nós - e como todos os autores destes singelos insultos -, fez aquilo que lhe restava fazer. Quer se queira, quer não, ele faz parte da história da música em Portugal. Sozinho, ou com Ary dos Santos, ou para algumas das vozes mais apreciadas do público de hoje - Carminho, Carlos do Carmo, Marisa, são incontáveis - fez alguns dos temas que irão perdurar enquanto nos for permitido ouvir música.

Pouco importa quem é o homem; isso fica reservado para a intimidade de quem o conhece. Eu conheço-o: é um tipo simpático e cheio de humor, que está bem com a vida e que, ontem, partiu com uma mala às costas e uma guitarra na mão, aos 65 anos, cansado deste país onde, mais cedo do que tarde, aqueles que o mandam para Cuba, a Coreia do Norte ou limpar WC's e cozinhas encontrarão, finalmente, a terra prometida: um lugar onde nada restará senão os reality shows da televisão, as telenovelas e a vergonha. Os nossos governantes têm-se preparado para anunciar, contentíssimos, que a crise acabou, esquecendo-se de dizer tudo o que acabou com ela. A primeira coisa foi a cultura, que é o património de um país. A segunda foi a felicidade, que está ausente dos rostos de quem anda na rua todos os dias. A terceira foi a esperança. E a quarta foi o meu pai, e outros como ele, que se recusam a ser governados por gente que fez tudo para dar cabo deste país - do país que ele, e milhões de pessoas como ele, cheias de defeitos, quiseram construir: um país melhor para os filhos e para os netos. Fracassaram nesse propósito; enganaram-se ao pensarem que podíamos mudar. Não queremos mudar. Queremos esta miséria, admitimo-la, deixamos passar. E alguns de nós até aí estão para insultar, do conforto dos seus sofás, quem, por não ter trabalho aqui - e precisar de trabalhar para, aos 65 anos, não se transformar num fantasma ou num pedinte - pegou nas malas e numa guitarra e se foi embora. Ontem, ao deitar-me, imaginei-o dentro do avião, sozinho, a sonhar com o futuro; bem-disposto, com um sorriso nos lábios. Eu vou ter muitas saudades dele, mas sou suspeito. Dói-me saber que, ontem, o meu pai se foi embora."

In correio da manhã


Infelizmente já não da vontade de viver neste país, onde reina a corrupção e a trafulhice, a miséria e a fome!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Mais do mesmo!

A venda das obras de arte (pintura) de Joan Miró, é uma trapalhada de tal ordem, que o cidadão mais atento não é capaz de perceber a história, nomeadamente a causa da venda e da providência cautelar que deu entrada no Tribunal que impediu a venda e as empresas envolvidas no negócio e a leiloeira!

Não sei como vai acabar esta questão do espólio do famoso Banco BPN, que é mais um caso escandaloso de corrupção que lesou todos os portugueses, com os custos inerentes a nacionalização de uma instituição bancária que nunca vai desaparecer da nossa memória. 

Somos um país de brandos costumes, mas fértil em confusões que ninguém entende!

Porto cidade do turismo!

A cidade do Porto foi seleccionada para votação entre 20 melhores destinos turísticos europeus em 2014.

A votação começou no dia 22 de Janeiro e acaba a 12 de Fevereiro.

Vamos todos votar pelo Porto!

Repassa para os teus amigos.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Praxes académicas!



Continua na ordem do dia a discussão em torno das praxes académicas, que foi despoletado pela tragédia na praia do Meco que vitimou 6 jovens. Actualmente decorre inquérito no Ministério Público e na própria Universidade Lusófona, onde estudavam as vítimas do acidente, sendo que a descoberta da verdade vai passar essencialmente pelo depoimento do jovem sobrevivente.

Há muito que se discute a problemática dos excessos nas praxes, que já desencadearam processos judiciais que terminaram com condenação de estudantes, como foi o caso da estudante do Instituto Politécnico de Macedo de Cavaleiros.

A verdadeira tradição das praxes académicas é na Universidade de Coimbra, o que se passa nas outras Universidades e Institutos Politécnicos é uma cópia mal conseguida destas práticas e tradições. Os defensores das praxes alegam que é uma forma de integração dos caloiros na Universidades, nos grupos internos de estudantes, mas tudo isso não passa de uma valente treta.

Quem já passou pela Universidade sabe, que só participam nas praxes os caloiros que querem, não são obrigados a integrar essas actividades, e quem recusa participar nas praxes, continua a ter amigos e a viver a vida académica normalmente, como é o caso da queima das fitas e outras actividades e tradições de finais do curso. 

Os excessos cometidos nas praxes, não passam de meros exibicionismos bacocos dos seus líderes, como as actividades que fazem em plena rua, como é o caso do festival dos copos e atar latas às pernas dos caloiros. 

Uma vez que a solução deste problema não vai passar por eliminar as praxes académicas, resta os próprios Centros de Ensino público e privado tomar medidas drásticas para punir severamente os responsáveis pelos excessos, que pode culminar inclusivamente com a sua expulsão, sem prejuízo de virem a ser punidos judicialmente pelos Tribunais.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Livro de histórias!!!



Pinto da Costa alterou a história do FC Porto no museu do clube, recentemente inaugurado. Na famosa foto do presidente a receber a bênção do papa João Paulo II, em 2003, no Vaticano, Pinto da Costa decidiu cortar a imagem de Carolina Salgado, "substituindo-a" pelo Padre Jorge Duarte, também ele presente na viagem. In correio da manhã.
Como é possível adulterar a história do clube, por meras desavenças ou tricas de namorados, quando se tratava de uma relação abençoada pelo Papa João Paulo II. Acho que o F. C. Porto merecia mais respeito.
Ocultar uma das mais brilhantes peças do passado do Presidente Pinto da Costa não é justo, porque a história de um clube também é feita de pequenos episódios.
Apagam-se as imagens, mas não as recordações porque essas permanecerão para sempre na memória das pessoas!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Filhos de um deus menor!!!!

O piloto e campeão do mundo de formula 1 Michael Schumacher, foi vitima de um aparatoso acidente de esqui que o deixou em coma e em riscos de vida, que desde já lhe desejamos uma boa recuperação.

Mais recentemente, foi vítima a Chanceler Alemã Ângela Merkel de um acidente na lesão pélvica quando esquiava na Suíça, que apesar de ser menos grave a atirou para umas canadianas.

Por mera coincidência, ambas as personalidades têm nacionalidade alemã.

Do piloto de fórmula 1 temos boas recordações, das suas vitórias nos grandes prémios e dos seus títulos de campeão; já da Chanceler não podemos falar do mesmo, pois tem-nos feito a vida negra com a imposição de medidas de austeridade, atirando-nos para a miséria e pobreza.

Daqui podemos tirar uma conclusão, se politicamente não conseguimos fazer nada contra os alemães, porque dominam a União Europeia ao seu próprio interesse, se os quisermos derrubar temos de lhe “meter neve nos pés” para ver se se espalham o comprido!

sábado, 18 de janeiro de 2014

Eusébio esse nome que a história não vai apagar!



O país prestou uma justa homenagem ao Eusébio, curvando-se perante a grandiosidade de um dos melhores jogadores de futebol de todos os tempos. A notícia foi sentida nos quatro cantos do mundo e, os desportistas portugueses em especial os benfiquistas, prestaram-lhe um último adeus muito comovente, que vai ficar para sempre na nossa memória. 

Sobre as qualidades humanas e futebolísticas de Eusébio, já foi tudo dissecado pela cobertura da comunicação social portuguesa e internacional, que relataram os seus feitos pelo nosso país e pelo futebol em geral, que contribuíram decisivamente para a afirmação do futebol português no mundo até então desconhecido, pelos êxitos alcançado pelo seu clube Benfica e selecção nacional.

O Real Madrid de Espanha e o Manchester United da Inglaterra, dois dos maiores clubes do mundo prestaram-me uma justa homenagem, pelo seu reconhecimento como atleta fora se série e pela sua amizade, pois o Pantera Negra não tinha inimigos.

Permanece um enigma quanto não valeria hoje o Eusébio? Que teve uma carreira relativamente curta devido a sucessivas lesões que o levaram por vezes e jogar meio lesionado. Com a evolução da ciência médica desportiva de hoje, este genial jogador teria jogado muito mais e feito muitos mais golos.

O que mais se estranha é os representantes das instâncias internacionais de Futebol, Michel Platini pela UEFA e Joseph Blatter pela Fifa, não estarem presentes no funeral, mas não é nada de surpreendente, Portugal é um país periférico na Europa que tentam a todo o custo ignorar!  

Ver mais! 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Guerra dos megas!


Guerra dos megas!

Diariamente somos bombardeados com ofertas de pacotes de serviços da Meo e Zone. 

Por telefone, prospectos de publicidade e por contacto pessoal em casa.

Quando temos o azar de não os despachar de imediato, ficamos uma série de tempo a trocar “galhardete” sem qualquer interesse. 

Prometem-nos mais um canal ou outro, mais velocidade na net, mas no essencial não falam, que é baixar o valor da prestação que estamos a pagar mensalmente.

No fundo, os que os clientes pretendem e baixar o preço da prestação mensal, pois dá um grande jeito em tempo de vacas magras.

Entendo este esquema dos serviços de televisão, de não baixar os preços, porque todos ficam a perder, se baixarem a prestação.

Perdem dinheiro, e os outros operados para competir no mercado também tem de baixar os preços, o que significa que perdem todos, menos os clientes.

Corre actualmente uma petição on-line de clientes - peticaopublica.com - para pressionar a Assembleia da República a alterar a legislação em vigor, no sentido de acabar ou alterar o prazo de fidelização. 

Um bom conselho para despachar as pessoas que geralmente nos abordam para alterar ou mudar de operador de televisão, é perguntar-lhe se apresentam um pacote que implique a baixa da prestação que estamos a pagar, aí ficam sem palavras e tudo termina de imediato!